15

Festa feita em casa: Harry Potter – dicas, ideias e mais

Quem me conhece, sabe o quanto amo fazer as festas de aniversário dos meus filhos. Balão de arco-íris, Piratas e Piquenique da Chapeuzinho Vermelho foram algumas que fiz nos últimos anos. Meu pequeno geek mais velho aniversaria em julho; este ano, na época de seu aniversário, havíamos acabado de nos mudar e ele  ainda não tinha nenhum amigo na cidade. Como ele queria uma festa do Harry Potter, propus que fizéssemos sua festa no Halloween, já que este é um tema muito difícil de encontrar em outras épocas do ano.

#1 Esboçando a festa

Primeiro, óbvio, você escolhe o tema da festa. Feito isso, está na hora de esboçar, “desenhar” o que você quer na sua comemoração. Para isso, é interessante anotar todas as suas ideias. O Sr. Google é o começo de tudo, lógico. Com papel e caneta na mão, ou um tablet, ou um bloco de notas virtual, ou qualquer coisa que lhe apeteça, comece a anotar tudo o que você gosta. Aqui, algumas dicas para tornar a sua pesquisa ainda mais completa:

  • Procure o tema em outras línguas, outros países também têm ideias e técnicas geniais. O Google Tradutor é um ótimo aliado nesse momento.
  • Fazer a pesquisa por Imagens também ajuda muito, pois a torna mais objetiva.
  • Abuse da pesquisa no Pinterest. Se você ainda não conhece esse site, essa será uma ferramenta maravilhosa para você guardar todas as ideias que encontrar.
  • Crie um quadro no Pinterest com o tema e salve lá tudo o que você gostou. Olha como ficou o meu quadro do tema do HP (aqui).

Escolhido o tema, você precisa fazer uma lista com todos os convidados e que tipo de festa será. Você vai convidar os pais também? Quantos adultos e quantas crianças serão convidados? Faça uma lista com o nome de cada pessoa, adulto e criança, para facilitar na organização. Dizem que 10 % dos convidados faltam, mas eu acho que esse número é maior. Às vezes, chega a 30%.

Pesquise como você fará cada item da festa e quais serão os materiais necessários. Se você tem copinhos do ano passado, por que comprar novos? Cole uma figura ou uma fita neles e você terá algo relacionado ao tema! Veja o que você já tem e o que falta e faça uma super lista com TUDO que será necessário – da cola quente ao papel do convite, dos ovos para bater o bolo à fita para o laço da lembrancinha. Assim, será mais fácil conferir o que você já tem e o que precisa comprar, além de facilitar o orçamento da “brincadeira”.

Quase tudo nesta festa, fui que fiz. Ao longo do texto, vou mostrar o “como fiz”, de onde tirei as ideias e sugestões para você mesma (o) fazer, já que a ideia é justamente uma festa mais caseira, mais artesanal. Se você não tiver tempo, habilidade, ou qualquer outro motivo, e não quiser fazer você mesma, eu aceito encomendas para a maior parte dos itens. Para isso, é só clicar no link das fotos e você será direcionado para a minha loja do Casulo. Se você quer fazer, mas se sente totalmente perdida, quer minha ajuda e está em Belo Horizonte, MG, eu presto um serviço de consultoria para festas, em que vou orientá-la e ajudá-la a montar cada parte. Escreva um email para mim – casulopanoepapel@outlook.com -, que te passo meu telefone e combinamos os detalhes.

#2 O que os convidados levam para casa

– Convite

Convite

Ser aceito em Hogwarts é um sonho para qualquer um que ame a série, não é mesmo? Por isso, decidi fazer do convite a carta que Harry recebe de lá. Para isso, segui boa parte das instruções que encontrei aqui, principalmente as fontes e o envelope.

  1. Criei um texto parecido com o que Harry recebe, adicionei informações da festa e a logo da escola.
  2. Para fazer o envelope conforme as instruções do site que indiquei, penei um pouco  muito. Primeiro até acertar o tamanho da impressão. Depois, para acertar o texto. Então, algumas dicas. Imprima somente uma cópia do molde do envelope, recorte em volta e só. Ele servirá para você desenhar ao redor de cada página impressa. Segundo, no Word, insira uma caixa de texto, e, depois de escrever o conteúdo, gire a caixa para um dos lados, deixando o texto na diagonal. (Será que eu atrapalhei mais do que ajudei? A autora mostra isso nas fotos, acho que fui lenta para entender.) O ideal é você imprimir um para testar antes de fazer todos.
  3. Em cada envelope, além da carta, coloquei também bilhetes para o trem, tirados daqui. Tentei dar uma editada no Paint, o que o tornou razoável…
  4. Após imprimir convites e cartas e recortá-los no devido tamanho, utilizei a técnica de envelhecer papel com café que aprendi aqui e já havia utilizado antes.
  5. Para fechar os convites, utilizei cola bastão nas laterais e selei com um giz vermelho que derreti em uma vela, pinguei no envelope e fixei com uma moeda (é importante ficar segurando a moeda um pouco para que fique bem selado).

Mais fotos:

This slideshow requires JavaScript.

– Lembrancinhas

Mesa com as lembrancinhas

Para nos divertimos na festa e tornar a brincadeira mais bacana, decidi fazer lembrancinhas de alguns dos itens que são colocados como exigências para que o aluno entre em Hogwarts, como o chapéu, a varinha, a capa e o animal de estimação.

Chapéu: Eu até queria ter feito um chapéu, mas percebi que não teria muito tempo e queria investir em outros itens, por isso, decidi comprá-los prontos.

Varinha: Segui os passos desse blog aqui e as varinhas ficaram incríveis, além de serem extremamente fáceis de fazer! Como são feitas de papel, elas podem não durar muito tempo, principalmente se não a cobrirmos com algum tipo de protetor, como uma laca ou algo do tipo. Ainda assim, as crianças surtaram e amaram brincar com elas.

Capas: Para fazer as capas, cortei retângulos de 60 x 70 cm em um TNT preto e costurei uma fita de tafetá, também preta, em um dos lados menor. Se você não puder costurar, pode colá-la com cola quente.

Bichinhos de estimação: fiz esses bichinhos depois de pesquisar vários moldes e acabar adaptando-os para algo mais próximo do que eu queria. Ao invés de transformá-los em chaveiros ou imãs de geladeira, que acabam sendo lembrancinhas para as mães, resolvi colar um elástico atrás para que as crianças pudessem andar com seus bichinhos. Quase todas as crianças usaram e algumas meninas os transformaram em prendedores de cabelo – ideia que amei e vou usar!!!!

This slideshow requires JavaScript.

– Saquinho surpresa

Saquinho surpresa

Como eu queria investir mais nas lembrancinhas, resolvi que queria gastar pouco no saquinho surpresa. Ainda assim, cestinhas de papel, saquinhos de TNT e coisas do tipo acabam tendo um custo por unidade não tão barato assim. Por isso, depois de andar a loja de festas inteira, achei essas formas para mini-panetone que tinham um custo bem mais baixo que outras coisas. Comprei os fantasmas de EVA, colei uma fita preta em volta e, pronto!, ficaram uma graça, não acham?

Saquinhos já organizados na festa.

#3 Decoração

O salão aqui do meu prédio é gigantesco e eu não tinha quase nada relacionado a bruxas e o universo Harry Potter. Precisei investir um pouco mais nessa parte, o que valeu a pena.

– Achados de loja

Na loja de festas, eu comprei: caldeirões, vassouras, insetos, aranhas e outros bichos nojentos, teias de aranha (que são fantásticas e realmente causam a impressão de serem verdadeiras), enfeites de papel relacionados ao tema, como abóboras e flores.

O castelo, as bruxas e algumas abóboras da decoração, são da Casa de Sonhos, que um amigo me cedeu gentilmente.

– Feitos por nós

– Poções Mágicas

Para fazer as poções mágicas, fui a uma loja de embalagens para cosméticos e comprei vários “vidros”, alguns eram de vidro mesmo, mas a maioria era de plástico, procurei formas que achasse mais com cara de poção, alguns vidros iguais, uns bem grandes, outros bem pequenos. Lá, em algumas embalagens, pude escolher entre tampa comum e a de rolha.

Cada garrafa ganhou elementos e cores diferentes. Em algumas, colocamos lagartixas de brinquedo. Em outras, pernas de aranha ou de rã. Meu filho quis fazer algumas com suas pecinhas de lego – cabeças, ossos, peças redondas. Em todas, usei água. Para colorir, utilizei corante alimentício.

Depois, passei horas e horas pesquisando um jeito de editar as etiquetas para colar nas garrafas de modo que ficassem parecendo antigas, mas que eu pudesse escrever o que quisesse – as que eu tinha encontrado não permitiam editá-las. Foi aí que eu encontrei a página mais legal do mundo para quem gosta de etiquetas lindas!!! A página é esta aqui, a World Label, e as etiquetas que usei foram essas (com aquelas fontes que tinha baixado antes). Depois de editar e imprimir, espirrei o Spray Colors, metal bronze, da True Colors, que deu esse efeito manchado e antigo. Recortei e colei com cola bastão.

Placa da estação

Para fazer a placa da estação de trem, utilizei um papel cartão vermelho, imprimi os números e as letras deste site aqui, pintei as letras com lápis de cor dourado e contornei com cola glitter dourado.

Outras Placas 

Fiz as outras placas com as fontes que já tinha baixado anteriormente, imprimi em papel vergê palha, colei em cartolina preta e desenhei as margens conforme a minha imaginação.

Para tornar a coisa mais “surtada”, pesquisei alguns nomes em latim e coloquei-os nas comidas e doces!

This slideshow requires JavaScript.

Velas

Para fazer os castiçais, comprei taças e copinhos de plástico, pinguei vela e as colei em cima. Para a chama, que não podia ser verdadeira, utilizei pasta americana tingida de amarelo.

Entrada do salão

Para chegar à Plataforma 9 3/4, é necessário passar pela parede. Então, pintei tijolos em um TNT vermelho e fiz um corte para a passagem. Por mais que eu tenha achado essa ideia demais, achei que ficou um pouco tosca, por alguns motivos. Primeiro, porque a pintura ficou  tosca mesmo. Depois, porque não ficou bem pregada à parede e ao teto e, cada vez que alguém mais alto passava, o tecido se enroscava na pessoa e minha entrada ia abaixo…

Bola de Cristal

A bola de cristal foi feita com bola de isopor, coberta com cola glitter. Eu gostaria de ter feito com glitter em pó mesmo, mas, infelizmente, não encontrei em nenhuma papelaria próxima para vender e acabei tendo que fazer assim. Eu a colei em uma bandeja redonda de papel e coloquei um tule ao redor, com gotas de cola glitter transparente.

Festa Harry Potter Casulo

Livros de estudo de Harry

Os livros também fizeram sucesso. Várias pessoas os abriram para ver se eram reais! Na verdade, eu recortei pedaços de um papel craft no tamanho de uma sulfite, imprimi as capas que esse site aqui fez e encapei livros de diferentes tamanhos que eu tinha. O resultado fica bem legal!

This slideshow requires JavaScript.

Aqui estão mais algumas fotos, caso você queira ver mais coisas desta festa mágica!

Se você tiver alguma dúvida, se fez uma festa com esse tema, ou tem alguma sugestão, escreva nos comentários, curta a fanpage do Facebook e escreva no mural, me mande um email!! A troca é o mais legal!!

Advertisements
Image
0

Brincar, Brincar e Brincar… eis a questão

Por Mônica Regina Salerno 

Psicóloga/Coordenadora Pedagógica do Instituto da Criança – BH

Escrever sobre o brincar não é tarefa fácil. É necessário nos perguntarmos o que de fato queremos focar. A brincadeira é a linguagem da criança, mas não é só isso. É o meio pelo qual a criança compreende o mundo, elabora conflitos, estabelece relações, cria e testa hipóteses e, obviamente, se diverte.

Imagem do site Stock

Podemos dizer que o brincar é a base da estrutura psíquica, emocional, comportamental e cognitiva da criança.

Ao recorrer aos teóricos do desenvolvimento, aos psicólogos, educadores e tantos outros profissionais que estudam a infância, todos confirmam e falam da importância do brincar. Essa é uma questão de total convergência entre os autores renomados.

Se assim é, porque há escolas e pais que acreditam ser mais importante e urgente alfabetizar antes dos 6 anos?

Há algumas hipóteses: a crença de que, quanto antes for alfabetizado, mais inteligente será; de que melhor preparado estará para um vestibular, pois se a escola é assim desde cedo, imagine nos anos preparatórios ao vestibular.

Qualquer pessoa que se dedique a conhecer as fases do desenvolvimento, compreenderá que é preciso respeitar o tempo de formação de estruturas mentais para uma aprendizagem significativa da linguagem escrita. Isso significa dar espaço para brincar, estimular o pensar através de vivências lúdicas, instigar a curiosidade para o mundo que a cerca e responder com perguntas as hipóteses construídas pela criança.

Imagine o que a criança perde em termos de aprendizagem significativa, de vivencias e experiências no tempo gasto para alfabetizar antes da hora?

Não há duvidas de que essa concepção do brincar é mais trabalhosa e muito mais complexa do que o “deixar fazer o que quiser”. É preciso reconhecer que a criança em formação brinca pela necessidade de se formar, de se tornar alguém que compreende e “lê” o mundo adulto. Assim, crescer, conhecer e saber andam juntos com o brincar.

Uma formação pautada no respeito ao desenvolvimento prioriza a qualidade das aprendizagens. O  brincar é uma atividade fundamental para aprender a fazer escolhas e para dar significado às ações do cotidiano. É o alicerce de adultos que se responsabilizam por suas escolhas, buscam realizar seus desejos e dar significado as suas vidas.

Você é convidado a pensar qual é o lugar do brincar na vida de seu filho(a)… faça boas escolhas.

12

O artesão e os olhares alheios

Toda profissão tem seus desafios. A de artesão não poderia ser diferente. Um dos desafios que mais me chama atenção – e que mais me incomoda – é um certo olhar de pena não só para o nosso trabalho, mas também para nós mesmos, os artesãos.

Aqui no Brasil, não posso falar por outros países, há um certo preconceito, a palavra “artesanato” parece ter adquirido um sentido pejorativo, como se fosse sinônimo de sofrimento, de pessoas “coitadas” com dificuldades, como se quem o faz não pudesse fazer nada mais nada na vida e essa não fosse uma opção.

Um dos comentários que mais escuto, muito bem intencionados da parte de quem os faz, eu sei, é “nossa, é uma terapia, né?”. Sim, é uma terapia. Mas os esportes, a internet, os vinhos e as cervejas, a gastronomia, tudo, enfim, pode ser uma terapia, se nós nos apaixonarmos por aquilo que fazemos. O artesanato ajuda muito pessoas com todo tipo de problemas que o procura? Sim, com certeza. Eu mesma saí de uma depressão seríssima depois que me encontrei nessas artes.

Mas tornar o artesanato seu novo modo de vida não significa que você é um coitado – até porque, nem quem o faz como terapia seja, mesmo, um coitado. Significa que você fez uma escolha, assim como com qualquer outra profissão. Significa que você estuda, planeja, dedica-se, vira a madrugada, desdobra-se para tornar-se especialista, para tornar-se um profissional melhor. Mais uma vez, igual a todas as outras profissões.

Minha vendinha na praça! (foto – arquivo pessoal)

Sendo assim, por que as pessoas têm tanta dificuldade de entender e aceitar isso? Nesses últimos dias, pondo a cara pra bater na rua, ao sair para vender minhas bonecas, pude perceber isso melhor. Não me incomodo com quem sente piedade. Me incomodo com as caras esnobes e de nojo que recebo ao sorrir, vendendo alegremente meus produtos. É como se eu tivesse uma doença contagiosa, ou como se aquilo que faço não fosse digno o suficiente. Isso me tira tanto do sério. Sei que não deveria me irritar, mas… As pessoas são capazes de pagar centenas de reais por produtos tão artificiais e superficiais e são incapazes de, ao menos, abrirem um sorriso para aqueles que trabalham com tanto amor ali perto delas.

Por isso, falo mais uma vez do movimento “Compro de quem faz“. marca-completa-coloridaMovimentos assim contribuem para que a sociedade passe a ver de modo mais claro e menos pejorativo o artesanato produzido ao seu redor. Além de ser uma causa sustentável, ele colabora para aproximar as pessoas que já estão perto e que podem ter tanto em comum, valorizando tanto o trabalho local quanto as relações humanas.

É preciso ter cuidado com esse sentimento de piedade. Nem sempre é o que o outro precisa. Muitas vezes, quem está ali do outro lado precisa, mesmo, é de um reconhecimento da qualidade de seu trabalho, sem dó, sem sentimentalismo.

Image
6

O que carrega uma boneca de pano

Sempre quis trabalhar com algo que tocasse o coração das pessoas. Talvez, por isso, eu tenha trabalhado tantos anos com educação.

Agora, faço, principalmente, bonecas de pano. E talvez as pessoas não tenham ideia de como esse processo acontece comigo. Faço cada boneca como quem cria pequenas fadas de luz que irão iluminar o sorriso e a vida de uma criança pelo mundo.

Ao escolher os detalhes, ao costurar braços e pernas, ao bordar cada pontinho, coloco, em cada uma delas, todo amor que há em mim.

É lógico que há a questão financeira, mas esse trabalho não se resume a isso. Faço bonecas porque é um modo de distribuir amor e alegria, porque imagino a história que cada uma irá criar ao conhecer sua (ou seu) futura (o) dona (o).

Amor em forma de boneca

Uma boneca de pano não se destrói tão facilmente quanto uma de plástico. Ela pode até descosturar, mas é facilmente remendada. Uma boneca de pano dorme abraçada à sua criança, é carregada para cima e para baixo. É levada através dos anos para a história de quem a abraça. É passada de mãe para filha, com o mesmo sorriso de coração bordado que tocou o coração de quem a viu primeiro.

Ao terminar cada boneca e guardá-la em sua embalagem, despeço-me e lhe digo: “Vá ser feliz e faça feliz quem a receber”.

Por isso que trabalhar com artesanato é muito mais que uma terapia. Trabalhar com as mãos e com a criatividade é um ato de amor, é uma paixão que nos consome e nos faz querer que mais e mais pessoas sintam-se felizes com aquilo que criamos. Por isso que deve-se valorizar o trabalho artesanal não por piedade ou compaixão por quem o faz, mas por este ser um trabalho feito com toda a profundidade da alma – longe do automático, das máquinas, do vazio e da dureza desses nossos dias.

Na próxima vez que encontrar uma boneca de pano artesanal, abrace-a e ganhe todo o carinho que ela carrega. É o meu amor por você, viajando e tomando vida através dessas pequenas joias de tecido.

P.S.: Este post, de certa maneira, colabora com um movimento lindo chamado “Compro de quem faz”, que incentiva a valorização do trabalho do artesão. Leia mais aqui.

Image
1

Bonecas ao redor do mundo

Outras culturas sempre enriquecem nosso conhecimento de mundo. E com as bonecas, não poderia ser diferente.

Abaixo, alguns exemplos de bonecas ao redor do mundo. Para saber mais e ver outros exemplos, é só clicar na foto que ela te levará ao site de origem.

P1040170

África do Sul

Boneca Alemã de 1925

Bonecos Indianos

Bonecas da Bielorrússia

Eslovênia

Rússia

Rússia

China

China

Coréia (não consegui descobri qual delas!)

Dinamarca

México

Boneca antiga Espanha

Chile

Estônia

Finlândia

Finlândia

França

Geórgia

Grécia

Grécia

Israel

Hungria

Indonésia

Irlanda

Itália

Japão

Letônia

Lituânia

Macedônia

Irã

Romênia

Turquia

E, então, de qual (ou quais) você gostou mais?

Eu gostaria de ter encontrado bonecas de alguns países africanos, mas foi bem difícil de encontrá-las. Se você tiver mais links com imagens de bonecas de outros lugares do mundo, pode me mandar para enriquecermos ainda mais este post.

As imagens foram todas retiradas da internet e estão devidamente ligadas às páginas onde as encontrei.